Ortopedia e Traumatologia · Cirurgia do Quadril e Pelve
Dor no quadril tem causa.
E tem tratamento.
Dr. Anderson Trevisol é cirurgião de quadril e pelve em Balneário Camboriú e Itajaí. Avalia, explica o diagnóstico com clareza e só indica cirurgia quando ela faz diferença no seu caso.
Quando procurar um especialista em quadril
Alguns sinais de que a dor merece uma avaliação
Dor no quadril costuma aparecer na virilha, na lateral da coxa ou no glúteo, e muitas vezes é confundida com problema de coluna ou de joelho. Vale investigar se você percebe:
- Dor na virilha ou no quadril há mais de quatro semanas, mesmo com repouso e analgésico
- Dificuldade para calçar o sapato, cortar a unha do pé ou entrar e sair do carro
- Dor que acorda à noite ou piora ao virar na cama
- Mancar, perder força na perna ou sentir o quadril "travar"
- Queda recente seguida de dor forte na virilha e dificuldade para apoiar a perna
- Prótese de quadril que voltou a doer, estala ou parece instável
Prótese de quadril por via anterior
Pioneiro da via anterior em Itajaí e Balneário Camboriú
O Dr. Anderson foi o primeiro cirurgião da região a operar a prótese de quadril pela via anterior, e é a técnica que usa como padrão.
Como funciona
Em vez de cortar músculos para chegar à articulação, o cirurgião passa entre eles, pela frente do quadril. A cabeça do fêmur desgastada é trocada pela prótese com o paciente deitado de costas, o que permite conferir por raio-X, ainda na cirurgia, a posição dos componentes e o comprimento das pernas.
Benefícios
O glúteo médio e os rotadores ficam intactos. Menos dor depois da cirurgia.
Os músculos que seguram a prótese no lugar são preservados.
A maioria caminha com andador nas primeiras 24 horas e vai pra casa em 1 ou 2 dias.
Menor chance de precisar de transfusão.
Incisão mais curta, na frente da coxa.
O raio-X durante a cirurgia confere o posicionamento e o comprimento das pernas.
Nem todo paciente é candidato à via anterior. A técnica é definida em consulta, conforme a anatomia, o peso e cirurgias anteriores.
Sobre o médico
Dr. Anderson Reus Trevisol
Ortopedista e traumatologista com formação específica em cirurgia do quadril e pelve. Atende em Itajaí e Balneário Camboriú desde 2016, em consultório e nos hospitais da região, onde também forma novos ortopedistas como preceptor da residência médica.
- 2009Graduação em MedicinaUniversidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
- 2014Residência em Ortopedia e TraumatologiaHospital Municipal São José / Instituto de Ortopedia e Traumatologia (HMSJ/IOT), Joinville
- 2015Fellowship em Cirurgia do Quadril e Pelve (R4)Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT), Passo Fundo/RS
- TítulosMembro titular da Sociedade Brasileira de Quadril (SBQ)Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) · CRM/SC 15978
- 2016 –Preceptor da residência médica em OrtopediaHospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen (HMMKB), Itajaí · Núcleo de Quadril
Patologias do quadril
O que costuma causar dor no quadril
As doenças e lesões do quadril mais frequentes no consultório: o que são, como se manifestam e as opções de tratamento, com e sem cirurgia.
Artrose do quadril (coxartrose)
Desgaste progressivo da cartilagem. A causa mais comum de prótese de quadril.
Artrose do quadril (coxartrose)
Desgaste progressivo da cartilagem. A causa mais comum de prótese de quadril.A cartilagem que reveste a cabeça do fêmur e o acetábulo vai se desgastando, o osso passa a atritar com osso e a articulação inflama, endurece e forma esporões. É um processo lento, que avança ao longo de anos.
Aparece com mais frequência depois dos 55 anos, mas pode chegar antes em quem tem displasia, impacto femoroacetabular não tratado, necrose da cabeça do fêmur, sequela de fratura ou histórico familiar. Excesso de peso acelera o desgaste.
- Dor na virilha, que pode irradiar para a frente da coxa e até o joelho
- Rigidez ao levantar de manhã ou depois de ficar sentado, que melhora em alguns minutos
- Dificuldade para calçar sapatos, cruzar as pernas e entrar no carro
- Mancar ao caminhar distâncias maiores
- Nos casos avançados, encurtamento da perna e dor noturna
O diagnóstico é feito no exame físico e confirmado com radiografia da bacia e do quadril. Ressonância só é necessária em situações específicas.
Nas fases iniciais e moderadas, o objetivo é reduzir a dor e manter o quadril em movimento:
- Fisioterapia com fortalecimento dos glúteos e da musculatura do quadril
- Atividade física de baixo impacto: bicicleta, hidroginástica, caminhada em terreno plano
- Controle de peso. Cada quilo a menos reduz de três a cinco quilos de carga sobre o quadril a cada passo
- Analgésicos e anti-inflamatórios em períodos curtos, nas crises
- Infiltração guiada por ultrassom para alívio das crises de dor
Quando esse conjunto de medidas é bem feito por alguns meses e a dor continua limitando a vida, a cirurgia entra em discussão.
O tratamento definitivo da artrose avançada é a artroplastia total de quadril, a troca da articulação por uma prótese. O Dr. Anderson realiza o procedimento pela via anterior, que preserva a musculatura e permite levantar mais cedo.
Os implantes atuais, com cabeça de cerâmica e polietileno de alta resistência, têm durabilidade estimada superior a 20 anos na maioria dos pacientes.
- Dia da cirurgia / dia 1Fica de pé e caminha com andador. Alta em geral no dia seguinte
- 2ª a 3ª semanaTroca o andador pela bengala. Retira os pontos
- 4ª a 6ª semanaMarcha sem apoio. Libera dirigir e voltar ao trabalho de escritório
- 3º mêsFortalecimento mais intenso, bicicleta, caminhadas longas
- A partir do 6º mêsAtividades de baixo impacto liberadas
Impacto femoroacetabular
Dor na virilha em adultos jovens e praticantes de esporte. Um "encaixe" que não é perfeito.
Impacto femoroacetabular
Dor na virilha em adultos jovens e praticantes de esporte. Um "encaixe" que não é perfeito.A cabeça do fêmur e a borda do acetábulo se chocam quando o quadril dobra ou gira para dentro. Esse contato repetido machuca o lábrum (a "borracha" que veda a articulação) e a cartilagem, e com o tempo pode levar à artrose precoce.
Existem três padrões: cam, quando há uma saliência óssea no colo do fêmur; pincer, quando o acetábulo cobre demais a cabeça do fêmur; e misto, o mais comum. É frequente entre 20 e 50 anos e em quem pratica futebol, corrida, artes marciais, crossfit e balé.
- Dor profunda na virilha, provocada por agachar, ficar sentado por muito tempo ou chutar
- O paciente costuma mostrar onde dói segurando o quadril com a mão em forma de "C"
- Estalos, sensação de travamento e perda de rotação do quadril
- Dor que piora com o esporte e melhora com repouso
A radiografia mostra o formato dos ossos e a ressonância magnética avalia o lábrum e a cartilagem.
- Afastar temporariamente os movimentos que provocam a dor
- Fisioterapia focada em core e nos estabilizadores do quadril
- Anti-inflamatórios em curso curto nas crises
- Infiltração guiada por ultrassom, que alivia e ajuda a confirmar que a dor vem de dentro da articulação
Se depois de alguns meses de tratamento bem conduzido a dor persiste, a cirurgia é discutida.
A cirurgia do impacto corrige o formato dos ossos: retira a saliência do colo do fêmur, apara o excesso de cobertura do acetábulo e repara o lábrum quando ele está rasgado. O objetivo é tirar a dor e proteger a cartilagem para adiar ou evitar a artrose.
- 0 a 2 semanasMuletas com apoio parcial. Mobilidade passiva desde os primeiros dias
- 2 a 6 semanasCarga progressiva, bicicleta ergométrica sem resistência
- 6 a 12 semanasFortalecimento funcional, atividades na água
- 3 a 5 mesesCorrida progressiva e treino específico do esporte
- 4 a 6 mesesRetorno a esportes de contato
Fraturas do quadril, do acetábulo e da pelve
Urgência ortopédica. Operar cedo muda o prognóstico.
Fraturas do quadril, do acetábulo e da pelve
Urgência ortopédica. Operar cedo muda o prognóstico.Em idosos, a fratura do quadril costuma acontecer por uma queda simples, da própria altura, sobre um osso enfraquecido pela osteoporose. As mais comuns são a fratura do colo do fêmur e a transtrocanteriana. Em pacientes jovens, ela exige um trauma de alta energia, como acidente de trânsito ou queda de altura, e muitas vezes vem acompanhada de fratura do acetábulo ou do anel pélvico.
A fratura do quadril no idoso é um evento grave: uma parte considerável dos pacientes não recupera a independência que tinha antes. Por isso a cirurgia precoce e a reabilitação imediata são tão importantes.
- Dor forte na virilha após uma queda, com incapacidade de apoiar a perna
- Perna mais curta e virada para fora quando o paciente está deitado
- Em fraturas sem desvio, a dor pode ser mais discreta e o paciente até caminha, mancando
A radiografia costuma ser suficiente. Se ela for normal e a suspeita continuar, a ressonância mostra fraturas ocultas. Nas fraturas do acetábulo e da pelve, a tomografia com reconstrução 3D é indispensável para planejar a cirurgia.
O tratamento sem cirurgia fica reservado a poucas situações: fraturas sem desvio em pacientes com risco cirúrgico proibitivo, fraturas do acetábulo com desvio mínimo e pacientes já acamados sem expectativa de voltar a andar.
Na grande maioria dos casos, operar é a melhor opção, porque tira a dor, permite sentar e levantar cedo e evita as complicações de ficar semanas deitado.
O ideal é operar nas primeiras 24 a 48 horas. A técnica depende do tipo de fratura e da idade:
- Colo do fêmur sem desvio: fixação com parafusos
- Colo do fêmur com desvio, no idoso: prótese parcial ou total de quadril
- Colo do fêmur no jovem: redução e fixação para preservar a cabeça do fêmur
- Transtrocanteriana: haste intramedular
- Acetábulo e pelve: redução e fixação com placas e parafusos
O Dr. Anderson atende essas fraturas no Hospital Marieta Konder Bornhausen, referência regional em alta complexidade.
- Dia 1Senta à beira do leito, inicia fisioterapia respiratória e prevenção de trombose
- 1ª semanaCaminha com andador, conforme o tipo de fixação
- 2 a 6 semanasProgride para bengala e treino de equilíbrio
- 2º a 3º mêsMarcha independente e programa de prevenção de novas quedas
Depois de uma fratura por osteoporose, tratar a osteoporose é parte do tratamento. Isso reduz muito a chance de uma segunda fratura.
Necrose da cabeça do fêmur
Falta de circulação no osso. Descobrir cedo é o que define o resultado.
Necrose da cabeça do fêmur
Falta de circulação no osso. Descobrir cedo é o que define o resultado.A cabeça do fêmur deixa de receber sangue suficiente, o osso morre por dentro e, sem tratamento, afunda. Quando a superfície da cabeça colapsa, a articulação deixa de ser lisa e a artrose se instala em pouco tempo.
Atinge principalmente adultos entre 30 e 60 anos. Os fatores de risco mais frequentes são uso prolongado de corticoide, consumo alto de álcool, anemia falciforme, lúpus, quimioterapia e radioterapia, e sequelas de fratura ou luxação do quadril.
- Dor na virilha de início gradual, que piora ao apoiar o peso na perna
- No começo, a radiografia pode ser normal
- Dor que passa a ser constante quando a cabeça começa a afundar
A ressonância magnética detecta a necrose meses antes da radiografia. Quem tem fator de risco e sente dor na virilha deve fazer ressonância mesmo com radiografia normal.
- Reduzir a carga sobre o quadril com muletas por um período
- Afastar o fator de risco: suspender o corticoide quando possível, parar de beber
- Medicações que atuam no osso têm efeito limitado e só nas fases iniciais
O tratamento conservador raramente resolve sozinho. Ele ganha tempo enquanto se define a cirurgia mais adequada.
Antes do colapso: descompressão do núcleo, uma perfuração do osso que alivia a pressão interna e estimula a circulação, às vezes combinada com enxerto.
Depois do colapso: a artroplastia total de quadril é o tratamento definitivo, com resultado igual ao da artrose comum.
- Após descompressãoMuletas com carga parcial por 6 a 8 semanas. Ressonância de controle a cada 3 a 6 meses
- Após próteseAlta em 1 a 2 dias, bengala até a 6ª semana, fisioterapia por 3 a 6 meses
Displasia do quadril no adulto
Acetábulo raso desde o nascimento. Principal causa de artrose em mulheres jovens.
Displasia do quadril no adulto
Acetábulo raso desde o nascimento. Principal causa de artrose em mulheres jovens.Na displasia, o acetábulo é raso e cobre pouco a cabeça do fêmur. Toda a carga do corpo se concentra numa área pequena de cartilagem, que se desgasta antes do tempo. Muitas vezes o diagnóstico só acontece na vida adulta, quando a dor começa.
É bem mais frequente em mulheres, em primeiros filhos e em quem nasceu sentado (apresentação pélvica). Histórico familiar também conta.
- Dor na virilha depois de caminhar muito ou praticar esporte
- Dor na lateral do quadril, por sobrecarga dos músculos que compensam
- Sensação de que o quadril "falseia" ou vai sair do lugar
- Estalos, quando o lábrum já está lesado
A radiografia da bacia, com medidas específicas de cobertura, faz o diagnóstico. A ressonância avalia o lábrum e a cartilagem.
Fisioterapia, controle de peso e infiltração aliviam a dor, mas não corrigem o problema mecânico, que é o acetábulo raso. Servem para ganhar tempo e para pacientes que não são candidatos à cirurgia.
Em pacientes jovens, com cartilagem ainda preservada, a cirurgia de escolha é a osteotomia periacetabular, que reposiciona o acetábulo para cobrir melhor a cabeça do fêmur e distribuir a carga. Quando a artrose já está avançada, a solução é a artroplastia total de quadril.
Cada caso é avaliado individualmente, e o Dr. Anderson orienta sobre a melhor opção ou encaminha quando necessário.
Bursite e tendinite do glúteo
Dor na lateral do quadril, que piora ao deitar de lado.
Bursite e tendinite do glúteo
Dor na lateral do quadril, que piora ao deitar de lado.Os tendões do glúteo médio e mínimo se prendem na saliência óssea da lateral do quadril, o trocânter. Quando esses tendões inflamam ou se desgastam, e a bolsa que os protege incha, aparece a dor lateral. O termo antigo era "bursite trocantérica"; hoje se sabe que o problema principal costuma ser no tendão.
É mais comum em mulheres entre 40 e 60 anos, em corredores e em quem tem diferença de comprimento das pernas ou fraqueza dos glúteos.
- Dor na lateral do quadril, bem no osso que se apalpa
- Piora ao deitar sobre o lado dolorido, ao subir escadas e ao levantar de uma cadeira
- Pode descer pela lateral da coxa, o que confunde com dor ciática
O ultrassom e a ressonância mostram o grau de inflamação e se há ruptura do tendão.
A grande maioria melhora sem cirurgia:
- Fisioterapia com fortalecimento progressivo dos glúteos, que é o que mais funciona a longo prazo
- Evitar cruzar as pernas e dormir com um travesseiro entre os joelhos
- Infiltração guiada por ultrassom na bolsa ou ao redor do tendão, para controlar a dor e permitir fazer a fisioterapia
A cirurgia fica para os poucos casos de ruptura do tendão que não respondem ao tratamento.
Prótese de quadril com problema
Dor, soltura, infecção ou luxação em quem já operou.
Prótese de quadril com problema
Dor, soltura, infecção ou luxação em quem já operou.Uma prótese de quadril bem posicionada dura décadas, mas pode dar problema: soltura dos componentes com o tempo (a chamada frouxidão asséptica), desgaste do polietileno, infecção, luxações repetidas ou fratura do osso ao redor do implante.
Nesses casos, a solução é a cirurgia de revisão, que troca um ou todos os componentes. É uma cirurgia mais complexa que a primeira e exige planejamento detalhado e implantes específicos.
- Dor na virilha ou na coxa que começa meses ou anos depois de uma cirurgia que tinha ido bem
- Dor ao dar os primeiros passos, que melhora ao caminhar (sinal de soltura da haste)
- Febre, vermelhidão ou secreção na cicatriz, mesmo tardiamente
- Prótese que sai do lugar mais de uma vez
- Sensação de que a perna encurtou ou de instabilidade
Além da radiografia, exames de sangue e às vezes a punção do quadril são necessários para descartar infecção antes de qualquer decisão.
O planejamento começa com tomografia e templates para escolher os implantes de revisão, que têm fixação reforçada para compensar a perda de osso. Na infecção, o tratamento pode exigir duas cirurgias, com um período de antibiótico entre elas.
- Internação3 a 5 dias, conforme a complexidade
- Recuperação4 a 6 meses, com fisioterapia intensiva
Procedimentos
O que o Dr. Anderson realiza
Cirurgias programadas, tratamento de fraturas e procedimentos em consultório, com internação, anestesia e tempo de recuperação de cada um.
Prótese de quadril por via anterior
Substituição da articulação desgastada por implantes de titânio, cerâmica e polietileno de alta resistência, com acesso pela frente do quadril, sem cortar músculos.
Indicações: artrose avançada, necrose da cabeça do fêmur com colapso, sequela de displasia ou de fratura, fratura do colo do fêmur no idoso.
Todos os detalhes da técnica e seus benefícios estão no bloco Via anterior.
Revisão de prótese de quadril
Troca ou correção de uma prótese com soltura, desgaste, infecção, instabilidade ou fratura ao redor do implante.
A revisão é uma cirurgia maior que a primeira prótese. Antes de operar, é obrigatório descartar infecção com exames de sangue e, se necessário, punção do quadril, porque o tratamento muda completamente. Os implantes de revisão têm fixação reforçada para compensar a perda de osso.
Cirurgia do impacto femoroacetabular
Correção do formato dos ossos do quadril e reparo do lábrum, para tirar a dor e proteger a cartilagem em pacientes jovens e ativos.
Indicações: impacto femoroacetabular com dor persistente após tratamento conservador, lesão do lábrum, corpos livres dentro da articulação.
Fixação de fraturas da pelve, do acetábulo e do fêmur proximal
Tratamento cirúrgico das fraturas do quadril: fixação com parafusos, hastes e placas, ou substituição por prótese, conforme a fratura e o paciente.
As fraturas do acetábulo e do anel pélvico são das mais complexas da ortopedia e exigem tomografia com reconstrução 3D para o planejamento. O Dr. Anderson atende esses casos no Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, referência regional para trauma de alta complexidade.
Infiltrações guiadas por ultrassom
Aplicação de medicação dentro da articulação ou ao redor de tendões e bolsas, com o ultrassom mostrando exatamente onde a agulha está.
Indicações: crises de dor da artrose, bursite e tendinite do glúteo, impacto femoroacetabular, e como teste diagnóstico quando há dúvida se a dor vem do quadril ou da coluna.
Na consulta, você vê o implante
Os modelos de prótese e de bacia ficam na mesa do consultório. O Dr. Anderson usa para mostrar onde está o problema no seu exame e como a cirurgia resolve, antes de qualquer decisão.
Locais de atendimento
Consultórios em Balneário Camboriú e Itajaí
Escolha o consultório mais perto de você e agende direto pelo WhatsApp de cada clínica.
COT · Clínica de Ortopedia e Traumatologia
R. Portugal, 330 · NaçõesBalneário Camboriú - SC · 88338-110
COT · Clínica de Ortopedia e Traumatologia
Rua João Bauer, 245 · CentroItajaí - SC · 88301-500
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Orthoprime
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Dúvidas frequentes
O que os pacientes costumam perguntar
Preciso de encaminhamento para marcar consulta?
Não. Basta chamar no WhatsApp do consultório de sua preferência.
Quais exames devo levar?
Só os que você já tem: radiografias, ressonância, tomografia e laudos antigos, mesmo de outros médicos. Se for preciso, o Dr. Anderson solicita exames novos na consulta.
Toda dor no quadril acaba em cirurgia?
Não. Boa parte dos pacientes melhora com fisioterapia, ajuste de atividade, controle de peso e, quando indicado, infiltração. A cirurgia é proposta quando o tratamento sem cirurgia foi bem feito e a dor continua limitando a vida, ou quando há uma fratura ou um problema mecânico que só a cirurgia resolve.
Quanto tempo leva para voltar a andar depois da prótese de quadril?
Com a via anterior, a maioria dos pacientes fica de pé e caminha com andador no mesmo dia ou no dia seguinte à cirurgia, e recebe alta em um ou dois dias. A bengala costuma ser dispensada entre a quarta e a sexta semana.
O Dr. Anderson atende convênios?
Os convênios aceitos variam de acordo com a clínica. Ao chamar no WhatsApp, informe o seu plano e a equipe confirma se há atendimento naquele consultório. Consultas particulares são aceitas em todos os locais, com recibo para reembolso.
Já tenho uma prótese de outro médico. Posso ser avaliado?
Sim. Segunda opinião e avaliação de próteses com dor, soltura ou luxação fazem parte da rotina do consultório. Leve as radiografias mais recentes e, se possível, o relatório da cirurgia anterior com o modelo do implante.
Agende sua consulta
O primeiro passo é entender de onde vem a dor
Na consulta, o Dr. Anderson examina, analisa seus exames e explica o que está acontecendo e quais são as opções, sem jargão. Agende pelo WhatsApp na clínica de sua preferência.